Entrando na listas de postagens “diferentes” que eu comentei no ultimo post que gostaria de fazer aqui no blog, venho com essa resenha(?) do livro A culpa é das estrelas do John Green. Já deixo avisado: não esperarem uma resenha super técnica, é só mesmo uma opinião sobre o que eu achei do livro.

Uma coisa que sempre me chama atenção em qualquer livro que leio é a formatação e a capa, essa edição publicada pela Editora Intrínseca é linda. O espaçamento, margem e fonte estão ótimos, as paginas são amareledas e a capa é uma fofura a parte: toda simples e linda!
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Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante – o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos –, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnostico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das paginas em branco de suas vidas.
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A culpa é das estrelas vai além de ser um livro apenas sobre câncer, ele conta a história de dois adolescente que vivem diariamente com a doença. O livro aborda o câncer de uma forma sincera, e conta como a doença afetou a vida, os planos e os sonhos de Hazel e Gus.

O diálogos entre os personagens é emocionante, divertido, inspirador e melancólico. Durante a leitura me peguei por várias vezes questionando meu comportamento diante da vida, é um livro que te faz refletir sobre a vida e a morte. Em A culpa é das estrelas você ri, você chora e ainda quer mais!

Esse é o problema da dor – o Augustus disse, e ai olhou para mim. – Ela precisa ser sentida.

Gostaram deste tipo de post? Já leram A culpa é das estrelas? Me contem o que acharam!

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